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“Ao volante, o telemóvel pode esperar” irá decorrer entre os dias 18 e 24 de julho.

A decorrer entre os dias 18 e 24 de julho, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução e utilização do telemóvel.

O TELEMÓVEL E O RISCO DE ACIDENTE

A tentação de responder a chamadas e notificações do telemóvel é uma realidade que provoca muitos acidentes. Ao volante, ninguém é “multitasking”. 

Escrever uma mensagem é a distração mais perigosa. 

Note bem:

  • A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente.
  • A 50 km/h, olhar para o telemóvel durante 3 segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o equivalente a uma fila de 10 carros.
  • Utilizar o telemóvel durante a condução provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/l.

 

DOCUMENTOS:

- Flyer "Ao volante, o telemóvel pode esperar."

Campanha “Taxa Zero ao Volante”

A decorrer entre os dias 23 e 29 de maio, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool. Um em cada três condutores mortos em acidentes de viação apresenta uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e três em cada quatro destes condutores apresentam uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l.

Vários estudos científicos demonstram que conduzir sob a influência do álcool causa várias perturbações, designadamente, ao nível cognitivo e do processamento de informação, bem como alterações na capacidade de reagir aos imprevistos, e descoordenação motora.

O álcool também diminui o campo visual, provocando a chamada visão em túnel. Esta perda de capacidades, bem como as alterações de comportamento que podem levar a estados de euforia e desinibição, aumentam de forma muito significativa o risco de envolvimento em acidentes rodoviários.

A campanha “Taxa Zero ao Volante” integrará, na Região Autónoma da Madeira:

Ações de sensibilização da ANSR;

Operações de fiscalização, pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2023, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que tange à condução sob a influência do álcool.

A ANSR, a DRETT e a PSP relembram que a condução sob a influência do álcool é um risco para a sua segurança e dos outros:

Com uma taxa de álcool no sangue de 0,5 g/l o risco de sofrer um acidente grave ou mortal duplica;

Os acidentes que decorrem da condução sob a influência do álcool são particularmente graves.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Veja o vídeo que demonstra o risco que a condução sob o efeito do álcool acarreta:

Vídeo "Conduzir com álcool também é violência"

A Sinistralidade Rodoviária é uma tragédia mundial: todos os anos morrem 1,35 milhões de pessoas em todo o mundo. São 3700 pessoas por dia, 1 pessoa a cada 24 segundos. É a primeira causa de morte do 5 aos 29 anos.

Em Portugal, e apesar dos bons resultados obtidos nas últimas duas décadas, em 2019, 626 pessoas perderam a vida nas nossas estradas. Um número muito longe do único aceitável: Zero.

Consulte AQUI o folheto informativo e conheça os riscos do álcool e o risco de acidente, bem como as coimas associadas.

DOCUMENTOS:

- Folheto Informativo - Taxa Zero ao Volante

Viajar sem pressa

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Direção Regional de Economia e Transportes Terrestres (DRETT) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam, no dia 31 de janeiro, a Campanha de Segurança Rodoviária Viajar sem pressa”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2023.

DOCUMENTOS:

- Folheto - Viajar sem pressa

Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Direção Regional de Economia e Transportes Terrestres e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam, dia 12 de setembro, a Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022.

A decorrer entre os dias 12 e 19 de setembro, a campanha tem como objetivo alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança.

Numa colisão, um veículo para numa fração de segundo. Mas os ocupantes, caso não usem cinto de segurança, continuam a seguir na direção do movimento com uma velocidade igual à que seguia o veículo no instante inicial do acidente. Numa colisão frontal a 50 km/h, um condutor com 70kg, sem cinto de segurança, sofre um impacto equivalente a uma queda livre de um terceiro andar.

O uso do capacete de modelo aprovado, devidamente apertado e ajustado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente.

Está igualmente comprovado que a utilização correta de cadeirinha homologada e adaptada ao tamanho e peso da criança, reduz em 50% o risco de morte. Em crianças até aos 18 Kg, a utilização de uma cadeirinha voltada para a retaguarda, combinada com a utilização de cinto de segurança, reduz até 90% o risco de lesões graves ou morte.

A campanha “Cinto-me Vivo” integrará:

  • Ações de sensibilização da ANSR em território continental e do serviço da administração regional da Região Autónoma da Madeira;
  • Operações de fiscalização pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2022, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que tange à correta utilização dos dispositivos de segurança.

A ANSR, a DRETT e a PSP relembram que a utilização dos dispositivos de segurança é fundamental e apelam a todos para que os utilizem de forma correta:

  • Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada, e adaptada à altura e peso da criança;
  • Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
  • Utilize o capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser
evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

DOCUMENTOS:

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